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sexta-feira, 7 de março de 2008

Marcas brasileiras promovem a moda no Japão

Omotesando Hills, shopping localizado no centro do bairro mais sofisticado de Tóquio que abriga grandes marcas internacionais, será palco, pela segunda vez, do Brasil Fashion Now, de 11 a 13 de março. Voltado ao segmento de moda, o evento organizado pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Exportações e Investimentos) reunirá grandes marcas deste setor, e de várias regiões do Brasil, como Apoena, Márcia Ganem, Miele, Franziska Hubener e Pat Falcão. Serão três dias de exposição das coleções e uma boa oportunidade para a realização de negócios com lojistas e distribuidores japoneses. A expectativa é atrair mais de 2.000 pessoas durante evento para compradores e formadores de opinião.


Com esta ação, a Apex-Brasil pretende mostrar aos japoneses um país que confecciona produtos com alta tecnologia, qualidade e design, tudo isso aliado a responsabilidade social e ambiental.

No setor têxtil, por exemplo, dados da ABIT mostram que, atualmente, a indústria brasileira ocupa a 6ª posição no ranking mundial de produtores têxteis e confeccionados. Os investimentos gravitam em torno de US$ 1 bilhão/ano em máquinas, equipamentos, tecnologia, design e pesquisa. Resultado: o setor investiu, modernizou-se e transferiu esses benefícios para o consumidor brasileiro por meio de produtos de melhor qualidade.

Hoje, o Brasil possui 70 escolas de moda e design, além de 12 universidades e faculdades formando profissionais de nível superior, que desenvolvem avançadas pesquisas tecnológicas. São cerca de 30 mil companhias que empregam mais de 1,6 milhão de pessoas no país.

Tanto que no ano passado, a indústria têxtil exportou US$ 2,3 bilhões. Deste total, a maior parte, US$ 688 milhões, é de fibras têxteis, cujo crescimento, em relação a 2006, ficou em 42%. Fazem parte deste grupo, algodão (US$ 510 milhões) e sisal (US$ 34 milhões), uma fibra tradicionalmente brasileira retirada da árvore com mesmo nome.


O Japão é o 11º na lista dos países que mais compram produtos têxteis e confeccionados do Brasil. No ano passado, foram vendidos US$ 57 milhões para o mercado japonês. Neste grupo estão incluídos mercadorias de alto valor agregado.

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